Casa Tecnologia VMware vislumbra projetos de OpenRAN, edge e 5G no Brasil

VMware vislumbra projetos de OpenRAN, edge e 5G no Brasil

por Alberto Lima


A atuação no modelo de redes de acesso abertas e virtualizadas (OpenRAN) será um dos principais focos da fornecedora de software e serviços VMware no mercado de telecom brasileiro, ao lado de aplicações como edge, core 5G e rede privadas.

Durante coletiva de imprensa virtual realizada nesta quarta-feira, 30, o gerente de desenvolvimento de negócios em telecom da VMware na América Latina, Alexander Linhares, afirmou que a empresa já atua em projetos de OpenRAN com controladoras das teles brasileiras. “A execução dos pilotos em outros países influencia a estratégia no Brasil. Na Europa, já estamos discutindo inclusive implementações comerciais de alta escala para os próximos anos”.

Linhares também destacou a manifestação feita nesta última terça-feira, 29, pelo CEO da TIM, Pietro Labriola – que defendeu uma agenda de OpenRAN para o Brasil. A mensagem foi vista pela VMware como parte de uma importante inovação no mundo das operadoras, “que era bastante monolítico”. O interesse da Vivo no modelo também foi celebrado. 

Nos EUA, a fornecedora de soluções está atuando ao lado da Dish em um ambicioso projeto greenfield que prevê 25 mil sites com a arquitetura aberta até 2022. A rede OpenRAN deve rodar sobre plataformas virtualizadas da VMware, enquanto Altiostar e Mavenir serão as fornecedoras do software.

Também nesta quarta-feira, a VMware anunciou um “avanço” na parceria com a Lumen (antiga CenturyLink) para acordo de integração da tecnologia da fornecedora em serviços de edge e cloud da companhia de infraestrutura e serviços.

Core e edge

De modo geral, a empresa norte-americana relata atuação em projetos de core (núcleo) de rede ao lado de mais de 100 operadoras globais, inclusive no Brasil. Com a chegada do 5G, oportunidades em edge computing também devem ser exploradas.

Alexander Linhares reporta que a VMware já está em discussão com clientes no Brasil para reduzir custos de redes de distribuição de conteúdo (CDN) e redes de transporte com ajuda de plataformas para computação de “borda” de rede. Outra vertical com potencial é a de redes privadas. Parte da proposta da empresa é que todos os casos de uso (edge, core, desagregação de RAN e redes privadas) sejam ofertadas através de uma mesma plataforma.



Fonte Teletime

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