Casa Tecnologia TIM acredita que OpenRAN promoverá competição de fornecedores no 5G

TIM acredita que OpenRAN promoverá competição de fornecedores no 5G

por Alberto Lima


Leonardo Capdeville, CTIO da TIM, acredita que a OpenRAN está em início de jornada, mas que no futuro ela pode ser uma saída consolidada para o surgimento de novos fornecedores, tanto de hardware quanto de software, que poderão atender a infraestrutura necessária para as redes de 5G.

Em live do FuturecomX Digital Series nesta quarta-feira, 18, Capdeville disse que a tecnologia, que permite a possibilidade de desmembramento entre hardware e software, pode criar um mercado com dezenas de fornecedores produzindo software e outras dezenas que estarão produzindo hardware.

“Se olharmos para o futuro, é bem possível termos um sistema aberto, que permitirá mais inovação e mais competidores. Apesar das primeiras redes de 5G estarem sendo criadas agora, é possível vislumbrar este cenário no futuro. E esse sistema aberto vai permitir criar uma tecnologia nacional, que poderá atender nossas necessidades específicas”, afirmou o executivo da TIM.

Piloto

Capdeville disse ainda que a operadora fará um teste usando a experiência OpenRAN na cidade de Santa Rita do Sapucaí. “A ideia é passar desse piloto para começar a implementação em algumas cidades importantes”.

Outro aspecto levantado pelo executivo foi a segurança de rede. Capdeville acredita que no uso de OpenRAN, é preciso garantir que estas redes sejam seguras. “Isso é algo muito mais importante do que a escolha do fornecedor para determinada rede”, afirmou.

Desafios para o 5G

O executivo da TIM pontuou que é importante também compartilhar infraestrutura para garantir mais capilaridade, especialmente no Interior de um país grande como o Brasil. Essa prática pode ser aplicada, por exemplo, na construção de redes de fibra. “Precisamos resolver o problema da capilaridade da fibra. Para isso, é preciso construir redes. E isso feito com cooperação, permite atingir mais locais”. Capdeville acredita que com a entrada da nova tecnologia no País, a competição não será mais entre infraestruturas, mas sim entre oferta de serviços.



Fonte Teletime

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